16.4.09




RAMO

Talvez eu não consiga quanto amo
ou amei teu ser dizer, talvez
como num mar que tu não vês
o meu corpo submerso seja o ramo
final que estendo já não sei a quem.






Poema de Gastão Cruz
A Moeda do Tempo

Fotos: Da Sereia*

1 comentário:

Maria Emília disse...

Se há um ramo estendido, haverá alguém para o agarrar.
Um grande abraço,
Maria Emília